No século vinte e cinco, os seres humanos são controlados rigidamente por um Estado totalitário que os proibi de expressar suas subjetividades. Nesta sociedade de controle, os nomes próprios foram substituídos por códigos, e os desejos humanos suprimidos pelo uso compulsório de drogas. Quando THX 1138, um operário da fábrica de robôs policiais, deixa de tomar as drogas diárias, passa a ver a vida de outra maneira e inicia um plano para se libertar da opressão.

THX 1138 (THX 1138) é um filme estadunidense de ficção científica, originalmente lançado em 1971, produzido por Francis Ford Coppola, dirigido por George Lucas e estrelado por Robert Duvall, Donald Pleasence e Don Pedro Colley.

THX 1138 é o primeiro longa-metragem dirigido por George Lucas, e partiu de um projeto de curta-metragem do tempo em que o cineasta era estudante de cinema. Com uma linguagem sofisticada e formato não convencional, o filme chamou à atenção de especialistas, apesar de não ter tido sucesso de público. O filme foi uma das primeiras produções da geração de cineastas associados à chamada Nova Hollywood, um grupo de jovens realizadores, na maioria dos casos oriundos de escolas de cinema, que iriam modernizar o cinema norte-americano. THX 1138 faz uma dura crítica à sociedade de consumo e a homogeneização de comportamentos promovidos pela grande mídia. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: THX 1138 (1971)  
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen



Mulher dá à luz a um bebê mutante que mata a equipe de médicos, foge do hospital e passa a aterrorizar a cidade de Los Angeles. Enquanto o pequeno monstro comete suas atrocidades e se esconde pelos esgotos obscuros da cidade, o seu pai descobre algo realmente assustador sobre as causas daquela maldição.

Nasce um Monstro (It's Alive) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1974, dirigido por Larry Cohen e estrelado por John P. Ryan, Sharon Farrell e Andrew Duggan.

Eis aqui um dos mais notáveis e interessantes filmes de Exploração (Exploitation Movie) da década de 1970, cujo roteiro absurdo e bizarro garantiu ao filme o interesse do público e o posterior status de Cult. Apesar da aparência grotesca do bebê monstro, criada por um jovem Rick Baker, o filme mais diverte do que assusta, e ainda passa uma mensagem extremamente crítica sobre a indústria dos remédios. A excelente trilha sonora de It's Alive ficou por conta do grande Bernard Herrmann que, dentre outros trabalhos, realizou as trilhas dos filmes Cidadão Kane, Psicose, Cabo do Medo e Táxi Driver. Larry Cohen dirigiu duas sequências para It's Alive: uma ainda na década de 1970, intitulada It´s Alive Again (1978), e outra já no final da década de 1980, sob o título de It´s Alive III – The Island of Alive (1987). Recomendo incondicionalmente.



Título Original: It's Alive (1974)  
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


Após investigar o misterioso desaparecimento de dois colegas, homem descobre que eles foram capturados por um sinistro Conde e encontram-se presos nas dependências sombrias de um castelo, em meio a uma floresta obscura. Para salvar seus colegas, o homem terá que superar seus medos nos labirintos sombrios e macabros do castelo.

O Castelo do Pavor (The Black Castle) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1952, dirigido por Nathan Juran e estrelado por Richard Greene, Boris Karloff, Stephen McNally e Lon Chaney Jr.

Após arrebatarem plateias do mundo todo na década de 1930 com grandes clássicos do cinema de Horror, dois dos memoráveis monstros famosos da Universal, Boris Karloff (Frankenstein) e Lon Chaney Jr (Lobisomem), se encontram nesta bela obra tardia do cinema de Horror clássico. O filme marca a última participação de Lon Chaney Jr em um filme da Universal e uma das últimas produções a contar com a presença do lendário Boris Karloff, fechando um ciclo mágico iniciado na década de 1930.

O Castelo do Pavor possui influência do gênero noir tanto no conteúdo, pela trama de suspense e crime, quanto em sua forma estética, que se faz mais evidente pela iluminação em contraste brutal de luz e sombra, criando a atmosfera inebriante dos filmes noir. O filme foi produzido por William Alland, que dois anos mais tarde realizaria o sucesso O Monstro da Lagoa Negra (1954). O Castelo do Pavor será, sem dúvida, um deleite aos fãs do bom e velho Horror clássico. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: The Black Castle (1952)
Cor: P & B
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:

Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Fullscreen


Roger Corman apresenta três horripilantes histórias inspiradas em contos de Edgar Allan Poe. A primeira delas, intitulada Morella, é sobre um homem atormentado que comete um ato macabro após o falecimento de sua esposa. O segundo conto, chamado O Gato Preto, apresenta um alcoólatra que odeia o gato de sua esposa, sem saber que o animal possui poderes sobrenaturais. O último conto, intitulado O Estranho Caso do Senhor Valdemar, conta a história de um homem a beira da morte que contrata um famoso mago para uma sessão obscura de hipnose, que terá como finalidade acessar o além.

Muralhas do Pavor (Tales of Terror) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1962, escrito por Richard Matheson, dirigido por Roger Corman e estrelado por Vincent Price, Peter Lorre e Basil Rathbone.

Eis aqui uma das melhores antologias de Horror da história do cinema e um dos melhores filmes já dirigidos pelo lendário Roger Corman. O filme faz parte de uma série de oito adaptações de Edgar Allan Poe que Corman realizou durante a primeira metade da década de 1960 pela American International Pictures (AIP) e que resultou em um sucesso estrondoso de bilheteria, em uma época em que Hollywood enfrentava uma crise severa e pequenas produtoras se destacavam com filmes de baixo orçamento.

Corman utilizou os mesmos recursos para produzir os oito filmes, reutilizando cenários, figurinos e trabalhando com praticamente o mesmo elenco. Muralhas do Pavor conta com três excelentes histórias assustadoras e dramáticas primorosamente roteirizadas por Richard Matheson, sendo que uma delas possui uma boa dose de humor. Se deleite com estas três incríveis histórias de Horror inspiradas em contos do grande mestre Edgar Allan Poe! Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Tales of Terror (1962)  
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


Para aumentar seus poderes mágicos, um califa tirano envia um jovem príncipe para uma exploração ao desconhecido, numa jornada repleta de perigos e aventuras fantásticas em busca de uma rosa mágica, prometendo-lhe como recompensa a mão da princesa mais cobiçada do califado. Assim que inicia sua jornada, o príncipe descobre os planos malignos do califa e, com a ajuda de um garoto mago, irá utilizar os poderes mágicos da rosa para combater o tirano e libertar o califado.

Aventura na Arábia (Arabian Adventure) é um filme britânico de aventura e fantasia, originalmente lançado em 1979, dirigido por Kevin Connor e estrelado por Christopher Lee, Milo O'Shea  e Oliver Tobias.

Christopher Lee e Peter Cushing, dois figurões do cinema de Horror da década de 1960, estão juntos nesta eletrizante e fantástica aventura produzida no Pinewood Studios, o lendário estúdio britânico de cinema e TV, conhecido por servir de locação para os filmes da franquia James Bond.

A participação de Peter Cushing no filme é especial, enquanto que Chris Lee protagoniza, de forma primorosa, mais um vilão em sua carreira. O filme conta com efeitos visuais bastante sofisticados para a época e uma excelente história de fantasia, tema que irá se proliferar no cinema na década de 1980. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Arabian Adventure (1979)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


A atitude estranha de um cientista em um centro de pesquisa localizado no Polo Norte e que realiza experimentos com macacos para um programa espacial, faz com que dois cientistas sejam imediatamente enviados para o local para solucionar o mistério. Assim que se estabelecem na estação, os cientistas encontram o colega morto e percebem que há algo estranho acontecendo. O que os aguarda a partir de então será muito mais brutal do que o tenebroso frio da região.

A Morte numa Noite Fria (A Cold Night's Death), também conhecido como The Chill Factor, é um filme estadunidense de Horror e suspense, originalmente lançado em 1973, escrito por Christopher Knopf, dirigido por Jerrold Freedman e estrelado por Robert Culp, Eli Wallach e Michael C. Gwynne.

É praticamente um consenso entre os cinéfilos a assertiva de que o período da História do cinema conhecido como Nova Hollywood, que vai de 1967 até meados dos anos 1980, foi o melhor momento do cinema norte-americano. É bem verdade que os maiores clássicos foram produzidos neste período, e mesmo nas produções televisivas, celeiro de obras de valor duvidoso, foi possível o surgimento de filmes notáveis. É o caso de A Morte numa Noite Fria, uma preciosidade praticamente desconhecida, mas que figura entre os melhores filmes de suspense da primeira metade da década de 1970.

Apenas dois atores foram necessários para a construção deste grande filme de suspense e Horror, que além de contar uma excelente história, possui uma forma sofisticada para fazê-lo, algo raro em filmes feitos para televisão. O filme possui um roteiro surpreendente e aterrorizante, uma atmosfera sombria e um suspense contagiante que prende a atenção do espectador do começo ao fim. A relação dos dois cientistas, um representando o cientificismo iluminista e o outro como espectro do irracional contribuem para a construção da narrativa misteriosa, que irá culminar em um final escatológico. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: A Cold Night's Death (1973)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Fullscreen


A Lista de Filmes foi atualizada, para conferir clique no link abaixo:

 LISTA DE FILMES ATUALIZADA - 06 - 06 - 2018

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Repórter inicia por conta própria uma investigação para descobrir a identidade de um psicopata que aterroriza mulheres na cidade de Miami. Após juntar pistas, a moça começa a suspeitar que o assassino é seu vizinho e, a partir de então, terá de proteger sua irmã mais nova para que ela não seja a próxima vítima.

Olhos Assassinos (Eyes of a Stranger) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1981, dirigido por Ken Wiederhorn e estrelado por Lauren Tewes, Jennifer Jason Leigh e John DiSanti.

Lançado no período áureo do subgênero Slasher, Olhos Assassinos se diferencia de muitas das produções da época (preocupadas, na maioria das vezes, em apenas mostrar na tela grande um psicopata decepando adolescentes inconsequentes) pela sua atmosfera pesada, do começo ao fim, e pelo suspense magistralmente construído. O filme conta ainda com a violência gráfica visceralmente realista de Tom Savini, o mestre dos efeitos visuais violentos em filmes de Horror. Olhos Assassinos foi o primeiro grande trabalho da atriz Jennifer Jason Leigh no cinema. O filme foi exibido diversas vezes na tevê aberta brasileira, sempre em sessões da madrugada e com censura das cenas mais violentas. Disponível no Acervo Hell Business em Dual Áudio (áudio original com legendas em português e dublagem clássica). Recomendo incondicionalmente.



Título Original: Eyes of a Stranger (1981)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


Uma pequena e isolada cidade é assombrada por uma estranha criatura que vaga todas as noites pelos caminhos sombrios da floresta. O que os habitantes do vilarejo contam é que o monstro foi criado por dois cientistas em um experimento secreto e macabro.

O Lobisomem (The Werewolf) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1956, dirigido por Fred F. Sears e estrelado por Don Megowan, Joyce Holden e Eleanore Tanin.

Eis aqui uma das mais inventivas e interessantes histórias de lobisomem, pois o fato do lendário licantropo não ter origem no sobrenatural e sim em experimentos científicos, torna a já sinistra lenda do homem lobo ainda mais assustadora. Mas, o que fez os produtores apostarem em uma nova fórmula? A resposta é fácil: o filme foi produzido na década de 1950, período marcado pelo modernismo (avanços científicos, tecnológicos, sociais) e pelo auge do cinema de ficção científica, muitos deles fazendo alusão às paranoias da Guerra Fria. Assim, nem mesmo o lendário lobisomem escapou das fórmulas secretas manipuladas por cientistas loucos.

A semelhança com filmes tradicionais de lobisomem está na noção de “maldição” que acomete um pobre homem, e aqui esta noção é bastante acentuada, o que faz com que o espectador sinta certa empatia pela fera. Além disso, os códigos narrativos tradicionais do cinema de Horror consagrados no período clássico também marcam presença, fazendo deste filme uma preciosidade do gênero. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: The Werewolf (1956)
Cor: P & B
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:

Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Fullscreen


Explorador britânico é capturado por misterioso povo que vive nos confins de uma floresta africana e cultua um deus obscuro. Ao tentar entender o objeto de culto de seus algozes, o explorador é transportado para o passado remoto e surge em um vale dominado por mulheres pré-históricas lideradas por uma rainha tirana.

Mulheres Pré-Históricas (Prehistoric Women), também conhecido como Slave Girls, é um filme britânico do gênero fantástico, originalmente lançado em 1967, produzido pela lendária Hammer Films, dirigido por Michael Carreras e estrelado por Martine Beswick, Edina Ronay e Michael Latimer.

Esta fantástica e divertida aventura escrita e dirigida por Michael Carreras, um dos “cabeças” da Hammer Films, se insere em um período da história do cinema em que os produtores procuraram meios de oferecer uma experiência audiovisual diferente e superior àquela oferecida pela televisão. Para tanto, foram lançadas diversas obras que contavam com inúmeros atrativos tecnológicos cujo objetivo era alavancar as bilheterias em um momento em que o cinema disputava público com a televisão.

No caso de Mulheres Pré-Históricas, o atrativo tema escolhido, a saber, o universo fantástico que começava a arrebatar plateias e culminaria no Blockbuster High Concept da década seguinte, o sofisticado processo de colorização do filme chamado DeLuxe Color, e a gravação e projeção em CinemaScope - o famoso formato anamórfico que permite comprimir a imagem na captação e ampliá-la na projeção, cujo resultado era o aspecto widescreen em alta resolução -, foram as principais estratégias adotadas.

Em pouco tempo, a disputa entre televisão e cinema se acabaria e ambos coexistiriam em sinergia, uma vez que os filmes se tornariam um dos principais produtos oferecidos pelas televisões. Mulheres Pré-Históricas foi exibido diversas vezes na televisão aberta brasileira, sendo que as primeiras exibições ocorreram ainda nos anos 1970. O elenco traz dezenas de belíssimas mulheres que formavam o panteão de musas da Hammer Films. Apesar do investimento em tecnologia, o filme não teve grande orçamento devido a reutilização que os produtores fizeram de figurinos e cenários produzidos para o filme Mil Séculos Antes de Cristo (1966), também da Hammer. Mais uma delicioso e divertido exemplar do cinema fantástico. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Slave Girls aka Prehistoric Women (1967)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
 

Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


Um circo sombrio aparece misteriosamente no meio da floresta de uma pequena cidade e intriga os moradores da região. Com a chegada do circo e a consequente sucessão de acontecimentos inexplicáveis, um grupo de jovens descobre que o picadeiro é uma nave espacial e os palhaços são alienígenas assassinos.

Palhaços Assassinos do Espaço Sideral (Killer Klowns From Outher Space) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1988, dirigido por Stephen Chiodo e estrelado por Grant Cramer, Suzanne Snyder e John Allen Nelson.

Uma sexta-feira à noite, uma cidadezinha no interior dos Estados Unidos, jovens inconsequentes, “tiras” confusos e a invasão de palhaços assassinos vindos do espaço sideral. Eis aqui um dos maiores clássicos do cinema de Horror de baixo orçamento e certamente o mais memorável a figurar na TV aberta brasileira, sobretudo por meio das inúmeras vezes em que o filme foi exibido nas tardes malditas do saudoso Cine Trash, na década de 1990.

O filme é recheado de referências a grandes clássicos do cinema B de Horror, sobretudo os filmes americanos de baixo orçamento da década de 1950. O título do filme, ao qual o título brasileiro é tradução literal, é também inspirado nos filmes B de exploração que fizeram a cabeça dos jovens nos anos 1950, em que os títulos absurdos, muitas vezes criados antes mesmo da escrita do roteiro, tinham o objetivo de instigar as pessoas a irem aos cinemas e aos Drive-Ins.

Apesar das inúmeras referências a filmes de Horror do período clássico, o filme, como não poderia ser diferente, traz as marcas de seu tempo e, lançado no final da década de 1980, é um dos últimos filmes a incorporar aquela contagiante atmosfera das produções oitentistas, seus divertidos clichês e suas maravilhas artesanais, um período profícuo e áureo para produções de baixo orçamento devido a popularização dos videocassetes e videolocadoras. A partir dos anos 1990 o cinema entraria de vez na época da computação gráfica, e os efeitos artesanais seriam cada vez mais raros. Palhaços Assassinos do Espaço Sideral é definitivamente um clássico absoluto do cinema Trash. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Killer Klowns from Outer Space (1988) 
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


O lendário e temido Conde Drácula aparece na cena contemporânea junto com seu filho para juntos viverem divertidas aventuras, mas a eterna maldição vampiresca fará com que a vida da dupla oscile entre paixões e atos macabros. Ser um vampiro na contemporaneidade não é nada fácil.

Drácula, Pai e Filho (Dracula père et fils), também conhecido como Dracula and Son, é um filme francês de Horror e Comédia, originalmente lançado em 1976, dirigido por Édouard Molinaro e estrelado por Christopher Lee, Bernard Menez e Marie-Hélène Breillat.

Apesar de ter construído uma carreira irretocável como o lendário Conde Drácula e também na pele de memoráveis vilões no cinema de Horror, o talentoso ator Christopher Lee sempre se mostrou muito confortável e competente ao trabalhar com o humor. Sempre que havia espaço para uma cena hilária em algum dos mais de 250 longas-metragens em que Lee esteve presente, o grande astro atuava como se tivesse nascido para a comédia. E é justamente a junção de Chris Lee, Horror e Humor que fazem de Drácula, Pai e Filho um primoroso e praticamente esquecido clássico do cinema. O filme chegou a ser exibido na TV aberta brasileira no final da década de 1970, mas após isto permaneceu na obscuridade, sem sequer ter sido lançado em VHS. Drácula, Pai e Filho foi a décima e última vez em que Christopher Lee interpretou o mítico vampiro no cinema. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Dracula père et fils aka Dracula and Son (1976)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Inglês
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Francês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen



 
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