Explorador britânico é capturado por misterioso povo que vive nos confins de uma floresta africana e cultua um deus obscuro. Ao tentar entender o objeto de culto de seus algozes, o explorador é transportado para o passado remoto e surge em um vale dominado por mulheres pré-históricas lideradas por uma rainha tirana.

Mulheres Pré-Históricas (Prehistoric Women), também conhecido como Slave Girls, é um filme britânico do gênero fantástico, originalmente lançado em 1967, produzido pela lendária Hammer Films, dirigido por Michael Carreras e estrelado por Martine Beswick, Edina Ronay e Michael Latimer.

Esta fantástica e divertida aventura escrita e dirigida por Michael Carreras, um dos “cabeças” da Hammer Films, se insere em um período da história do cinema em que os produtores procuraram meios de oferecer uma experiência audiovisual diferente e superior àquela oferecida pela televisão. Para tanto, foram lançadas diversas obras que contavam com inúmeros atrativos tecnológicos cujo objetivo era alavancar as bilheterias em um momento em que o cinema disputava público com a televisão.

No caso de Mulheres Pré-Históricas, o atrativo tema escolhido, a saber, o universo fantástico que começava a arrebatar plateias e culminaria no Blockbuster High Concept da década seguinte, o sofisticado processo de colorização do filme chamado DeLuxe Color, e a gravação e projeção em CinemaScope - o famoso formato anamórfico que permite comprimir a imagem na captação e ampliá-la na projeção, cujo resultado era o aspecto widescreen em alta resolução -, foram as principais estratégias adotadas.

Em pouco tempo, a disputa entre televisão e cinema se acabaria e ambos coexistiriam em sinergia, uma vez que os filmes se tornariam um dos principais produtos oferecidos pelas televisões. Mulheres Pré-Históricas foi exibido diversas vezes na televisão aberta brasileira, sendo que as primeiras exibições ocorreram ainda nos anos 1970. O elenco traz dezenas de belíssimas mulheres que formavam o panteão de musas da Hammer Films. Apesar do investimento em tecnologia, o filme não teve grande orçamento devido a reutilização que os produtores fizeram de figurinos e cenários produzidos para o filme Mil Séculos Antes de Cristo (1966), também da Hammer. Mais uma delicioso e divertido exemplar do cinema fantástico. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Slave Girls aka Prehistoric Women (1967)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
 

Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


Um circo sombrio aparece misteriosamente no meio da floresta de uma pequena cidade e intriga os moradores da região. Com a chegada do circo e a consequente sucessão de acontecimentos inexplicáveis, um grupo de jovens descobre que o picadeiro é uma nave espacial e os palhaços são alienígenas assassinos.

Palhaços Assassinos do Espaço Sideral (Killer Klowns From Outher Space) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1988, dirigido por Stephen Chiodo e estrelado por Grant Cramer, Suzanne Snyder e John Allen Nelson.

Uma sexta-feira à noite, uma cidadezinha no interior dos Estados Unidos, jovens inconsequentes, “tiras” confusos e a invasão de palhaços assassinos vindos do espaço sideral. Eis aqui um dos maiores clássicos do cinema de Horror de baixo orçamento e certamente o mais memorável a figurar na TV aberta brasileira, sobretudo por meio das inúmeras vezes em que o filme foi exibido nas tardes malditas do saudoso Cine Trash, na década de 1990.

O filme é recheado de referências a grandes clássicos do cinema B de Horror, sobretudo os filmes americanos de baixo orçamento da década de 1950. O título do filme, ao qual o título brasileiro é tradução literal, é também inspirado nos filmes B de exploração que fizeram a cabeça dos jovens nos anos 1950, em que os títulos absurdos, muitas vezes criados antes mesmo da escrita do roteiro, tinham o objetivo de instigar as pessoas a irem aos cinemas e aos Drive-Ins.

Apesar das inúmeras referências a filmes de Horror do período clássico, o filme, como não poderia ser diferente, traz as marcas de seu tempo e, lançado no final da década de 1980, é um dos últimos filmes a incorporar aquela contagiante atmosfera das produções oitentistas, seus divertidos clichês e suas maravilhas artesanais, um período profícuo e áureo para produções de baixo orçamento devido a popularização dos videocassetes e videolocadoras. A partir dos anos 1990 o cinema entraria de vez na época da computação gráfica, e os efeitos artesanais seriam cada vez mais raros. Palhaços Assassinos do Espaço Sideral é definitivamente um clássico absoluto do cinema Trash. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Killer Klowns from Outer Space (1988) 
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


O lendário e temido Conde Drácula aparece na cena contemporânea junto com seu filho para juntos viverem divertidas aventuras, mas a eterna maldição vampiresca fará com que a vida da dupla oscile entre paixões e atos macabros. Ser um vampiro na contemporaneidade não é nada fácil.

Drácula, Pai e Filho (Dracula père et fils), também conhecido como Dracula and Son, é um filme francês de Horror e Comédia, originalmente lançado em 1976, dirigido por Édouard Molinaro e estrelado por Christopher Lee, Bernard Menez e Marie-Hélène Breillat.

Apesar de ter construído uma carreira irretocável como o lendário Conde Drácula e também na pele de memoráveis vilões no cinema de Horror, o talentoso ator Christopher Lee sempre se mostrou muito confortável e competente ao trabalhar com o humor. Sempre que havia espaço para uma cena hilária em algum dos mais de 250 longas-metragens em que Lee esteve presente, o grande astro atuava como se tivesse nascido para a comédia. E é justamente a junção de Chris Lee, Horror e Humor que fazem de Drácula, Pai e Filho um primoroso e praticamente esquecido clássico do cinema. O filme chegou a ser exibido na TV aberta brasileira no final da década de 1970, mas após isto permaneceu na obscuridade, sem sequer ter sido lançado em VHS. Drácula, Pai e Filho foi a décima e última vez em que Christopher Lee interpretou o mítico vampiro no cinema. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Dracula père et fils aka Dracula and Son (1976)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Inglês
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Francês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen



Misterioso antiquário instala-se em uma pequena e pacata cidade para abrir uma loja de antiguidades e transforma para sempre a vida dos habitantes da região, através de suas trocas macabras.

Trocas Macabras (Needful Things) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1993, dirigido por Fraser C. Heston e estrelado por Max von Sydow, Ed Harris, e Bonnie Bedelia. O roteiro do filme é inspirado em uma História de Stephen King.

Há uma premissa recorrente em muitas histórias de Stephen King: uma pequena, pacata e isolada cidade, cujos habitantes, na maioria conservadores e religiosos, vivem o cotidiano de maneira tranquila e harmoniosa, é abalada por um acontecimento macabro e sobrenatural, que traz como consequência a destruição dos valores tradicionais. É assim em Trocas Macabras, onde atores sociais conservadores, como o padre e o pastor, se tornam figuras escabrosas e macabras.

Trocas Macabras é um filme narrativo clássico, sem experimentações de linguagem, mas consegue contar a excelente história de Stephen King de maneira satisfatória, produzindo uma atmosfera muito parecida com os grandes filmes de Horror do período clássico. Destaque para a primorosa atuação de Max von Sydow. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Needful Things (1993)  
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


Garota com poderes paranormais auxilia um pai desesperado a encontrar seu filho, um jovem que também possui habilidades mentais e que fora sequestrado por uma agência secreta do governo. Submetido a diversos experimentos obscuros, o jovem se torna altamente perigoso, não reconhece mais seu pai e passa a usar seus poderes mentais para o mal.

A Fúria (The Fury) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1978, dirigido por Brian de Palma e estrelado por Kirk Douglas, John Cassavetes, e Carrie Snodgress. O roteiro do filme foi inspirado no romance homônimo de  John Farris e escrito pelo próprio autor.

O talentoso diretor Brian de Palma é considerado um dos principais cineastas do período conhecido como Maneirismo na História do cinema. O termo, emprestado da História da Arte, refere-se ao momento em que os 80 anos de História do cinema pesavam nas costas dos realizadores do final dos anos 1970. Como realizar um filme original após o auge do período Clássico e Moderno? Como fazer um filme notável após as realizações primorosas dos mestres do cinema? Parecia que todo o potencial do cinema já havia sido explorado. Filmar um simples plano se tornou um suplício. É neste momento que jovens realizadores iniciam um trabalho de releitura dos mestres do cinema, com a intenção de “à maneira dos mestres”, dar contemporaneidade aos grandes clássicos. Brian de Palma escolhe Alfred Hitchcock para servir-lhe de inspiração e, para além de qualquer cópia barata, o cineasta imprime sua marca e cria obras altamente originais, em uma busca constante por um uso mais criativo da linguagem cinematográfica. O período é rico para o cinema, pois há nas obras maneiristas um equilíbrio entre o cinema clássico de gênero e o cinema moderno sofisticado. É assim em A Fúria, um primoroso suspense que mescla elementos do Horror e da ficção científica e conta com a atuação brilhante do lendário Kirk Douglas. A belíssima trilha musical composta por John Williams é considerada a melhor trilha já feita para um filme de Horror. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: The Fury (1978)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


Em Troll - O Mundo do Espanto, uma sinistra criatura oriunda de um reino místico em um universo paralelo invade um condomínio residencial à procura de um poderoso anel capaz de transformar-lhe em humano, e aterroriza a família Potter. O que aquela diabólica criatura não sabe é que no condomínio mora uma bruxa que irá evocar poderes sobrenaturais e iniciar uma batalha mística para combater o perverso plano dos Trolls.

Em Troll 2, uma viagem de férias se torna um verdadeiro pesadelo macabro quando criaturas gosmentas vindas dos confins da floresta iniciam um ataque à casa de campo da família do pequeno Joshua. Em meio a um inferno de criaturas abomináveis, Joshua recebe a visita do espírito de seu falecido avô, e este lhe dá conselhos sobre como vencer os poderes do mal.

Troll - O Mundo do Espanto é um filme estadunidense de Horror e comédia, originalmente lançado em 1986, dirigido por John Carl Buechler, produzido pelo lendário Charles Band e estrelado por Michael Moriarty, Shelley Hack e Noah Hathaway. Troll 2 é um filme italiano de Horror, originalmente lançado em 1990, dirigido por Claudio Fragasso e estrelado por Michael Paul Stephenson, George Hardy e Margo Prey.

Eis aqui dois grandes expoentes do cinema Trash que se tornaram clássicos cults devido às suas premissas absurdas e cenas impagáveis.  Apesar de possuírem uma premissa semelhante, Troll 2 não é uma sequência de Troll e foi lançado com este nome apenas para explorar o sucesso daquele filme. Troll 2 é comumente considerado um dos piores filmes de todos os tempos. Troll - O Mundo do Espanto, conquistou uma legião de fãs no Brasil ao ser exibidos inúmeras vezes na tevê aberta. Um dado curioso sobre o filme é que Harry Potter Jr., o protagonista, cercado por um mundo fantástico com bruxos e seres místicos, foi lançado onze anos antes do best-seller Harry Potter, de  J.K. Rowling. Charles Band chegou a acusar Rowling de plágio, mas a autora negou as acusações. Recomendo incondicionalmente.


 Título Original: Troll - Troll 2 (1986-1990)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Fullscreen




Misterioso cientista desembarca com um grupo circense na Paris do século XIX, e apresenta um enigmático espetáculo cuja principal atração é um gorila com habilidades especiais. Enquanto o grupo se apresenta na cidade, brutais assassinatos ocorrem na calada da noite e o cientista se torna o principal suspeito.

Os Assassinatos da Rua Morgue (Murders in the Rue Morgue) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1932, dirigido por Robert Florey e estrelado por Bela Lugosi, Sidney Fox e Leon Ames. O roteiro do filme foi vagamente baseado no clássico homônimo de Edgar Allan Poe, considerada a obra que funda o gênero literário policial, sendo o precursor de Sherlock Holmes.

Um ano após viver o lendário Drácula (1931) e depois de enfrentar problemas com a Universal, Bela Lugosi retorna aos cinemas como um cientista macabro aterrorizando as ruas da Paris do século XIX. Apesar de ter trinta minutos de filme censurado devido à cenas de violência e fracassar na bilheteria, Os Assassinatos da Rua Morgue se tornou um clássico Cult, sendo um dos primeiros filmes a serem exibidos na televisão aberta, em meados da década de 1950. O filme possui uma atmosfera sombria e um visual bastante elaborado, tendo sido classificado como uma obra expressionista. Mais um clássico absoluto do cinema de Horror. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Murders In The Rue Morgue (1932)
Cor: P & B
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:

Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Fullscreen


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Após viagem pelo espaço, a tripulação comandada pelo Dr. Bernard Quatermass retorna à Terra sem dois dos seus três tripulantes, e o único sobrevivente apresenta comportamento estranho. Quatermass inicia, então, uma intensa investigação para esclarecer o caso e todas as pistas levam a crer que sua tripulação foi atacada por uma força alienígena.

Terror que Mata (The Quatermass Xperiment), também conhecido como The Creeping Unknown, é um filme britânico de Horror e ficção científica, originalmente lançado em 1955, produzido pela lendária Hammer Films, escrito por Richard Landau, dirigido por Val Guest e estrelado por Brian Donlevy, Jack Warner e Margia Dean.

Terror que Mata é o primeiro filme de Horror produzido pelo estúdio inglês Hammer Films, que viria a ganhar notoriedade principalmente na década de 1960 com suas releituras de monstros famosos como Drácula, Frankenstein, Lobisomem e a Múmia. O filme foi produzido em um momento em que o cinema de ficção científica estava em alta nos Estados Unidos, mas diferentemente das produções americanas, cujo conteúdo na maioria das vezes estava associado às paranoias da Guerra Fria, Terror que Mata concentra sua premissa na união entre ficção científica e Horror, e o resultado é um filme sinistro, com uma atmosfera sombria e bastante assustadora.

Terror que Mata foi um grande sucesso de bilheteria e contribuiu para o crescimento da então pequena Hammer Films, o que possibilitou um contrato de distribuição com a americana United Artists. O filme ficou bastante conhecido nos Estados Unidos depois que os pais do garoto Stewart Cohen processaram a United Artists pela morte do filho dentro do cinema. O acontecimento foi parar no Guinness Book of  Records como o primeiro caso conhecido de uma pessoa que morreu de medo ao ver um filme de Horror. O sucesso do filme fez com que a Hammer desse continuidade ao projeto com Quatermass 2 (1957) e Quatermass and the Pit (1967). Recomendo incondicionalmente.


Título Original: The Quatermass Xperiment (1955)
Cor: P & B
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:

Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


 
Raymar, um famoso físico, realiza experimentos obscuros envolvendo telecinesia e acessa o mundo sombrio de energias desconhecidas, sendo capaz de fazer os mortos retornarem de suas tumbas. Após a morte de Raymar, o mausoléu em que seu corpo fora depositado se torna assombrado pelo espírito maligno do físico, e é neste local que um grupo de jovens estudantes farão um ritual de iniciação.

Numa Noite Escura (One Dark Night) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1982, dirigido por Tom McLoughlin e estrelado por  Meg Tilly, Melissa Newman e Robin Evans.

A especificidade dos anos 1980 em relação às décadas anteriores foi a significativa evolução das técnicas de efeitos visuais. É neste período do cinema de Horror que monstros e zumbis aparecem cada vez mais realistas diante das câmeras, permitindo um espetáculo de violência gráfica. Agora podemos entender como foram possíveis os surpreendentes efeitos visuais em Numa Noite Escura, um verdadeiro clássico do Horror oitentista e que se tornou lendário pelas inúmeras vezes que foi exibido na tevê aberta durante a década de 1980. Apesar de vermos na tela zumbis putrefatos e gosmentos, não há sangue no filme e isto beneficiou a sua classificação indicativa.

O filme possui uma das cenas de abertura mais assustadoras do cinema de Horror, justamente porque a sequência absurda que vemos não tem ainda uma explicação, que será dada no decorrer do filme. A obscuridade do mundo subatômico e a misteriosa energia que dá vida à matéria sempre foram assuntos profícuos no cinema de Horror, pois não a nada mais aterrorizante do que experimentos científicos que trabalham com o desconhecido. Numa Noite Escura amarra bem esse tema, e foi filmado dois anos antes do clássico Poltergeist: O Fenômeno (1982), que aborda o assunto de forma semelhante, embora este último tenha sido lançado um pouco antes. Nada como um bom filme de Horror oitentista com dublagem clássica para ver numa noite escura. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: One Dark Night (1982)  
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


Um terremoto em uma pequena cidade dos Estados Unidos provoca uma estranha mutação em besouros, transformando-os em criaturas diabólicas sedentas por sangue. O cientista que passa a investigar o caso descobre algo terrível por trás dos acontecimentos e que poderá causar uma grande catástrofe no planeta.

Praga Infernal (Bug) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1975, escrito e produzido por William Castle, dirigido por Jeannot Szwarc e estrelado por Bradford Dillman, Joanna Miles e Richard Gilliland. O roteiro do filme é uma adaptação do romance The Hephaestus  Plague (1973), de Thomas Page.

Praga Infernal é um grande clássico do Horror setentista em um período em que os produtores tinham como principal objetivo fazer com que as pessoas voltassem a frequentar o cinema, uma vez que a popularização da televisão e a consequente exibição de filmes no ambiente doméstico afastou das salas de cinema boa parte do público. Uma das estratégias, iniciada ainda na década de 1950 com o chamado "Blockbuster Catástrofe", foi a criação de bitolas e formatos de películas com capacidade para produzir imagens em alta qualidade e exibidas em telas gigantes. A época marca o auge do "cinema espetáculo" finalizado em bitola de 70 mm e os formatos especiais como Cinemascope, Cinerama e Panavision, este último utilizado em Praga Infernal. Tais formatos não resistiram ao tempo, mas se hoje podemos ver um filme antigo com qualidade alta de imagem e som, é porque no passado houve esta preocupação com a qualidade nas gravações e exibições.

É claro que William Castle, o grande mestre do espetáculo horripilante e um dos artífices do Horror clássico, não poderia ficar de fora do desafio de levar pessoas ao cinema novamente. Famoso pelos "truques" que aplicava na plateia durante a exibição de seus filmes, a ideia de Castle nesta empreitada era instalar cerdas de pincéis nas poltronas para que, em determinado momento da exibição, encostassem no público, simulando besouros caminhando sobre seus corpos. A ideia do grande realizador foi, porém, recusada pelo Estúdio. Praga Infernal foi o último filme de Castle, que faleceu em 1977. Mais um grande clássico do Horror. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Bug (1975)  
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Fullscreen


A pequena Karen é misteriosamente assassinada no dia da sua tão aguardada Primeira Comunhão, e sua irmã mais velha, Alice, de perfil psicológico perturbado, se torna a principal suspeita de ter cometido o crime. O pai de Karen inicia, então, uma intensa investigação para encontrar o assassino e descobre coisas terríveis sobre a filha Alice.

Alice querida Alice (Alice Sweet Alice), também conhecido como Comunhão, é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1976, dirigido por Alfred Sole e estrelado por Linda Miller, Mildred Clinton, Paula E. Sheppard, e participação de Brooke Shields em sua estreia no cinema.

Com uma atmosfera sombria e pesada, cenas perturbadoras e um suspense muito bem construído, Alice querida Alice se tornou um verdadeiro clássico do cinema e um dos mais significativos filmes de Horror da década de 1970. No âmbito da história do cinema, nos anos 1970 o Horror já havia deixado de ocorrer apenas em ambiente rural, distante no tempo e no espaço, e  "invadiu" o meio urbano, adentrando os domicílios, além do que a ameaça monstruosa  já não era um fenômeno exclusivo do sobrenatural, poderia ser o próprio ser humano. Este estilo passou a ser mais assustador ainda, pois o Horror agora não estava mais distante da vida do cidadão urbano e os filmes narravam histórias que realmente poderiam acontecer ou mesmo já haviam acontecido na vida real, já que com a expansão dos meios de comunicação a sociedade se estarrecia a cada dia com as monstruosidades cometidas pelo homem e que estampavam capas de jornais e noticiários de TV.

Em Alice querida Alice, a narrativa é construída por meio da junção de duas fórmulas consagradas: a surpresa e o suspense. A surpresa ocorre com a revelação do assassino, mais ou menos na metade do filme (bem diferente dos Slashers tradicionais, que revelam a identidade do assassino nos segundos finais de filme), e a partir de então temos a criação do suspense, situação na qual o espectador sabe quem é o assassino, mas as personagens do filme não, o que tende a gerar muita tensão. Assim como ocorre com todos os filmes que inovam ou atualizam os códigos narrativos do cinema de gênero e se tornam, consequentemente, grandes clássicos, o filme foi amplamente plagiado nos anos que se seguiram e também serviu de inspiração para dezenas de filmes posteriores, sobretudo as produções associadas ao subgênero Slasher, que iria se tornar um fenômeno na primeira metade da década de 1980. Um fato curioso sobre Alice querida Alice é que a atriz Paula E. Sheppard, que interpretou Alice aos 12 anos, tinha 19 anos na época da produção do filme, algo surpreendente já que a moça realmente aparentava ser uma pré-adolescente. Alice querida Alice é mais um clássico do Horror para ver  de madrugada e com a luza apagada. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Communion AKA Alice Sweet Alice (1976)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Fullscreen


 
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