Em Troll - O Mundo do Espanto, uma sinistra criatura oriunda de um reino místico em um universo paralelo invade um condomínio residencial à procura de um poderoso anel capaz de transformar-lhe em humano, e aterroriza a família Potter. O que aquela diabólica criatura não sabe é que no condomínio mora uma bruxa que irá evocar poderes sobrenaturais e iniciar uma batalha mística para combater o perverso plano dos Trolls.

Em Troll 2, uma viagem de férias se torna um verdadeiro pesadelo macabro quando criaturas gosmentas vindas dos confins da floresta iniciam um ataque à casa de campo da família do pequeno Joshua. Em meio a um inferno de criaturas abomináveis, Joshua recebe a visita do espírito de seu falecido avô, e este lhe dá conselhos sobre como vencer os poderes do mal.

Troll - O Mundo do Espanto é um filme estadunidense de Horror e comédia, originalmente lançado em 1986, dirigido por John Carl Buechler, produzido pelo lendário Charles Band e estrelado por Michael Moriarty, Shelley Hack e Noah Hathaway. Troll 2 é um filme italiano de Horror, originalmente lançado em 1990, dirigido por Claudio Fragasso e estrelado por Michael Paul Stephenson, George Hardy e Margo Prey.

Eis aqui dois grandes expoentes do cinema Trash que se tornaram clássicos cults devido às suas premissas absurdas e cenas impagáveis.  Apesar de possuírem uma premissa semelhante, Troll 2 não é uma sequência de Troll e foi lançado com este nome apenas para explorar o sucesso daquele filme. Troll 2 é comumente considerado um dos piores filmes de todos os tempos. Troll - O Mundo do Espanto, conquistou uma legião de fãs no Brasil ao ser exibidos inúmeras vezes na tevê aberta. Um dado curioso sobre o filme é que Harry Potter Jr., o protagonista, cercado por um mundo fantástico com bruxos e seres místicos, foi lançado onze anos antes do best-seller Harry Potter, de  J.K. Rowling. Charles Band chegou a acusar Rowling de plágio, mas a autora negou as acusações. Recomendo incondicionalmente.


 Título Original: Troll - Troll 2 (1986-1990)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Fullscreen




Misterioso cientista desembarca com um grupo circense na Paris do século XIX, e apresenta um enigmático espetáculo cuja principal atração é um gorila com habilidades especiais. Enquanto o grupo se apresenta na cidade, brutais assassinatos ocorrem na calada da noite e o cientista se torna o principal suspeito.

Os Assassinatos da Rua Morgue (Murders in the Rue Morgue) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1932, dirigido por Robert Florey e estrelado por Bela Lugosi, Sidney Fox e Leon Ames. O roteiro do filme foi vagamente baseado no clássico homônimo de Edgar Allan Poe, considerada a obra que funda o gênero literário policial, sendo o precursor de Sherlock Holmes.

Um ano após viver o lendário Drácula (1931) e depois de enfrentar problemas com a Universal, Bela Lugosi retorna aos cinemas como um cientista macabro aterrorizando as ruas da Paris do século XIX. Apesar de ter trinta minutos de filme censurado devido à cenas de violência e fracassar na bilheteria, Os Assassinatos da Rua Morgue se tornou um clássico Cult, sendo um dos primeiros filmes a serem exibidos na televisão aberta, em meados da década de 1950. O filme possui uma atmosfera sombria e um visual bastante elaborado, tendo sido classificado como uma obra expressionista. Mais um clássico absoluto do cinema de Horror. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Murders In The Rue Morgue (1932)
Cor: P & B
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:

Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Fullscreen


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Hell Business.
Após viagem pelo espaço, a tripulação comandada pelo Dr. Bernard Quatermass retorna à Terra sem dois dos seus três tripulantes, e o único sobrevivente apresenta comportamento estranho. Quatermass inicia, então, uma intensa investigação para esclarecer o caso e todas as pistas levam a crer que sua tripulação foi atacada por uma força alienígena.

Terror que Mata (The Quatermass Xperiment), também conhecido como The Creeping Unknown, é um filme britânico de Horror e ficção científica, originalmente lançado em 1955, produzido pela lendária Hammer Films, escrito por Richard Landau, dirigido por Val Guest e estrelado por Brian Donlevy, Jack Warner e Margia Dean.

Terror que Mata é o primeiro filme de Horror produzido pelo estúdio inglês Hammer Films, que viria a ganhar notoriedade principalmente na década de 1960 com suas releituras de monstros famosos como Drácula, Frankenstein, Lobisomem e a Múmia. O filme foi produzido em um momento em que o cinema de ficção científica estava em alta nos Estados Unidos, mas diferentemente das produções americanas, cujo conteúdo na maioria das vezes estava associado às paranoias da Guerra Fria, Terror que Mata concentra sua premissa na união entre ficção científica e Horror, e o resultado é um filme sinistro, com uma atmosfera sombria e bastante assustadora.

Terror que Mata foi um grande sucesso de bilheteria e contribuiu para o crescimento da então pequena Hammer Films, o que possibilitou um contrato de distribuição com a americana United Artists. O filme ficou bastante conhecido nos Estados Unidos depois que os pais do garoto Stewart Cohen processaram a United Artists pela morte do filho dentro do cinema. O acontecimento foi parar no Guinness Book of  Records como o primeiro caso conhecido de uma pessoa que morreu de medo ao ver um filme de Horror. O sucesso do filme fez com que a Hammer desse continuidade ao projeto com Quatermass 2 (1957) e Quatermass and the Pit (1967). Recomendo incondicionalmente.


Título Original: The Quatermass Xperiment (1955)
Cor: P & B
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:

Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


 
Raymar, um famoso físico, realiza experimentos obscuros envolvendo telecinesia e acessa o mundo sombrio de energias desconhecidas, sendo capaz de fazer os mortos retornarem de suas tumbas. Após a morte de Raymar, o mausoléu em que seu corpo fora depositado se torna assombrado pelo espírito maligno do físico, e é neste local que um grupo de jovens estudantes farão um ritual de iniciação.

Numa Noite Escura (One Dark Night) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1982, dirigido por Tom McLoughlin e estrelado por  Meg Tilly, Melissa Newman e Robin Evans.

A especificidade dos anos 1980 em relação às décadas anteriores foi a significativa evolução das técnicas de efeitos visuais. É neste período do cinema de Horror que monstros e zumbis aparecem cada vez mais realistas diante das câmeras, permitindo um espetáculo de violência gráfica. Agora podemos entender como foram possíveis os surpreendentes efeitos visuais em Numa Noite Escura, um verdadeiro clássico do Horror oitentista e que se tornou lendário pelas inúmeras vezes que foi exibido na tevê aberta durante a década de 1980. Apesar de vermos na tela zumbis putrefatos e gosmentos, não há sangue no filme e isto beneficiou a sua classificação indicativa.

O filme possui uma das cenas de abertura mais assustadoras do cinema de Horror, justamente porque a sequência absurda que vemos não tem ainda uma explicação, que será dada no decorrer do filme. A obscuridade do mundo subatômico e a misteriosa energia que dá vida à matéria sempre foram assuntos profícuos no cinema de Horror, pois não a nada mais aterrorizante do que experimentos científicos que trabalham com o desconhecido. Numa Noite Escura amarra bem esse tema, e foi filmado dois anos antes do clássico Poltergeist: O Fenômeno (1982), que aborda o assunto de forma semelhante, embora este último tenha sido lançado um pouco antes. Nada como um bom filme de Horror oitentista com dublagem clássica para ver numa noite escura. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: One Dark Night (1982)  
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


Um terremoto em uma pequena cidade dos Estados Unidos provoca uma estranha mutação em besouros, transformando-os em criaturas diabólicas sedentas por sangue. O cientista que passa a investigar o caso descobre algo terrível por trás dos acontecimentos e que poderá causar uma grande catástrofe no planeta.

Praga Infernal (Bug) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1975, escrito e produzido por William Castle, dirigido por Jeannot Szwarc e estrelado por Bradford Dillman, Joanna Miles e Richard Gilliland. O roteiro do filme é uma adaptação do romance The Hephaestus  Plague (1973), de Thomas Page.

Praga Infernal é um grande clássico do Horror setentista em um período em que os produtores tinham como principal objetivo fazer com que as pessoas voltassem a frequentar o cinema, uma vez que a popularização da televisão e a consequente exibição de filmes no ambiente doméstico afastou das salas de cinema boa parte do público. Uma das estratégias, iniciada ainda na década de 1950 com o chamado "Blockbuster Catástrofe", foi a criação de bitolas e formatos de películas com capacidade para produzir imagens em alta qualidade e exibidas em telas gigantes. A época marca o auge do "cinema espetáculo" finalizado em bitola de 70 mm e os formatos especiais como Cinemascope, Cinerama e Panavision, este último utilizado em Praga Infernal. Tais formatos não resistiram ao tempo, mas se hoje podemos ver um filme antigo com qualidade alta de imagem e som, é porque no passado houve esta preocupação com a qualidade nas gravações e exibições.

É claro que William Castle, o grande mestre do espetáculo horripilante e um dos artífices do Horror clássico, não poderia ficar de fora do desafio de levar pessoas ao cinema novamente. Famoso pelos "truques" que aplicava na plateia durante a exibição de seus filmes, a ideia de Castle nesta empreitada era instalar cerdas de pincéis nas poltronas para que, em determinado momento da exibição, encostassem no público, simulando besouros caminhando sobre seus corpos. A ideia do grande realizador foi, porém, recusada pelo Estúdio. Praga Infernal foi o último filme de Castle, que faleceu em 1977. Mais um grande clássico do Horror. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Bug (1975)  
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Fullscreen


A pequena Karen é misteriosamente assassinada no dia da sua tão aguardada Primeira Comunhão, e sua irmã mais velha, Alice, de perfil psicológico perturbado, se torna a principal suspeita de ter cometido o crime. O pai de Karen inicia, então, uma intensa investigação para encontrar o assassino e descobre coisas terríveis sobre a filha Alice.

Alice querida Alice (Alice Sweet Alice), também conhecido como Comunhão, é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1976, dirigido por Alfred Sole e estrelado por Linda Miller, Mildred Clinton, Paula E. Sheppard, e participação de Brooke Shields em sua estreia no cinema.

Com uma atmosfera sombria e pesada, cenas perturbadoras e um suspense muito bem construído, Alice querida Alice se tornou um verdadeiro clássico do cinema e um dos mais significativos filmes de Horror da década de 1970. No âmbito da história do cinema, nos anos 1970 o Horror já havia deixado de ocorrer apenas em ambiente rural, distante no tempo e no espaço, e  "invadiu" o meio urbano, adentrando os domicílios, além do que a ameaça monstruosa  já não era um fenômeno exclusivo do sobrenatural, poderia ser o próprio ser humano. Este estilo passou a ser mais assustador ainda, pois o Horror agora não estava mais distante da vida do cidadão urbano e os filmes narravam histórias que realmente poderiam acontecer ou mesmo já haviam acontecido na vida real, já que com a expansão dos meios de comunicação a sociedade se estarrecia a cada dia com as monstruosidades cometidas pelo homem e que estampavam capas de jornais e noticiários de TV.

Em Alice querida Alice, a narrativa é construída por meio da junção de duas fórmulas consagradas: a surpresa e o suspense. A surpresa ocorre com a revelação do assassino, mais ou menos na metade do filme (bem diferente dos Slashers tradicionais, que revelam a identidade do assassino nos segundos finais de filme), e a partir de então temos a criação do suspense, situação na qual o espectador sabe quem é o assassino, mas as personagens do filme não, o que tende a gerar muita tensão. Assim como ocorre com todos os filmes que inovam ou atualizam os códigos narrativos do cinema de gênero e se tornam, consequentemente, grandes clássicos, o filme foi amplamente plagiado nos anos que se seguiram e também serviu de inspiração para dezenas de filmes posteriores, sobretudo as produções associadas ao subgênero Slasher, que iria se tornar um fenômeno na primeira metade da década de 1980. Um fato curioso sobre Alice querida Alice é que a atriz Paula E. Sheppard, que interpretou Alice aos 12 anos, tinha 19 anos na época da produção do filme, algo surpreendente já que a moça realmente aparentava ser uma pré-adolescente. Alice querida Alice é mais um clássico do Horror para ver  de madrugada e com a luza apagada. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Communion AKA Alice Sweet Alice (1976)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Fullscreen


Em um futuro utópico, no qual a galáxia vive em plena paz e harmonia, Barbarella é enviada a um planeta desconhecido, com vistas a investigar o desaparecimento de um importante cientista. Ao chegar no décimo sexto planeta, uma das poucas regiões desconhecidas na galáxia, Barbarella se depara com um mundo completamente diferente do seu, e passa a viver momentos intensos de alegria, angústia e medo.

Barbarella (Barbarella) é um filme ítalo-franco de ficção científica, originalmente lançado em 1968, produzido pelo lendário Dino De Laurentiis, dirigido por Roger Vadim e estrelado por Jane Fonda, John Phillip Law e Anita Pallenberg.

Considerado um clássico cult, o filme é uma adaptação para o cinema de um famoso quadrinho homônimo criado por Jean-Claude Forest e publicado originalmente em 1962. Trata-se da primeira adaptação de um herói (neste caso, heroína) dos quadrinhos para o cinema. A belíssima direção de fotografia é obra do grande Claude Renoir, e a concepção estética do filme foi inspirada no clássico O Mágico de Oz (1939), tendo como resultado uma obra de visual estilizado, e que não deixa de trazer todo o psicodelismo que marcou a década de 1960. Outro show à parte é a trilha sonora do filme, que teve entre os músicos David Gilmour em inicio de carreira. O filme teve bastante influência na cultura pop, tendo sido referência para inúmeros grupos musicais e arte pop em geral. O cientista Duran Duran serviu de inspiração para a escolha do nome da banda homônima de rock e new wave.

Apesar da alta qualidade técnica do filme, o que mais chamou a atenção foi a presença da musa Jane Fonda, considerada pelo New York Times como o maior ícone sexual dos anos 1960. O diretor Roger Vadim, na época casado com a atriz, explorou toda a beleza e sensualidade da musa, que aparece estonteante em sua primeira e única atuação em um filme de ficção científica. A cena de Barbarella se divertindo no "orgasmatron", engenhoca criada pelo Dr. Duran Duran para proporcionar delirante estímulo sexual, se tornou antológica. O filme foi produzido antes da politização de Jane Fonda, que passou a se posicionar de maneira crítica a filmes que tratam mulheres como objeto sexual. Mais um grande clássico do cinema europeu de gênero. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Barbarella (1968)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Dublado em Português - Estéreo
Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


 
Em uma pequena e afastada propriedade rural, um casal de fazendeiros prepara armadilhas na estrada para capturar turistas e enterrá-los vivos em um jardim macabro, pois acreditam que este processo sinistro permite a produção de carnes especiais, que será posteriormente vendida na propriedade do casal.

Motel Diabólico (Motel Hell) é um filme estadunidense de Horror, originalmente lançado em 1980, dirigido por Kevin Connor e estrelado por Rory Calhoun, Nancy Parsons e Nina Axelrod.

Concebido para ser um filme brutal de Horror sério e dirigido por ninguém mais, ninguém menos do que Tobe Hooper, o projeto original acabou sendo censurado pela Universal Studios, e acabou se tornando uma obra de Horror e humor negro, praticamente uma sátira aos slashers produzidos na época. Após as alterações propostas pelo Estúdio, Tobe Hooper abandonou o projeto e, então, Kevin Connor assumiu o comando.

Apesar da censura, o filme continuou bastante violento e macabro, no entanto, o tom de humor acaba por suavizar o peso que a obra teria se sua tonalidade fosse parecida com O Massacre da Serra Elétrica (1974). Assim, o filme mescla momentos macabros e assustadores com cenas impagáveis de humor. Os códigos narrativos do gênero de Horror mobilizados neste filme são bastante atraentes, e envolvem vários elementos do então nascente cinema slasher, além da sempre bem vinda fórmula do Horror rural que se passa em uma pequena cidade do interior. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: Motel Hell (1980)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
 

Inglês - Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


 
Através de um projeto secreto realizado em um imenso laboratório subterrâneo, cientistas descobrem um portal capaz de proporcionar viagens a outras dimensões do Universo. Assim que acessam uma dimensão paralela, os cientistas são atacados por uma força desconhecida e brutal que utilizará o portal para invadir a nossa realidade.

Extro II - O Reencontro (Xtro II: The Second Encounter) é um filme canadense de Horror, originalmente lançado em 1990, dirigido por Harry Bromley Davenport e estrelado por Jan-Michael Vincent, Paul Koslo e Tara Buckman.

Apesar do título, Extro II não é uma sequência do clássico cult Extro (1982), uma vez que o diretor Davenport não tinha direitos sobre a história do filme, o que fez com que ele contratasse roteiristas para criarem a nova história. Extro II é totalmente indicado aos fãs das bagaceiras de Horror Sci-Fi de exploração que foram produzidas após o advento do vídeo e persistiram até meados da década de 1990, nos divertindo com histórias absurdas sobre alienígenas e fenômenos desconhecidos. Recomendo incondicionalmente.






Título Original: Xtro II: The Second Encounter (1990)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas

Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Inglês - Estéreo
Formatos de Tela: Fullscreen

Em busca da imortalidade, líder de uma misteriosa seita ocultista sequestra uma jovem mulher a qual ele acredita possuir em seu organismo o elixir da vida eterna. O experimento macabro fica ameaçado quando o filho do líder da seita se apaixona pela moça e decide impedir o plano diabólico do pai.

A Vampira Nua (La Vampire Nue), também conhecido como The Nude Vampire é um filme francês de Horror, originalmente lançado em 1970, dirigido por Jean Rollin, fotografado por Jean Renoir e estrelado por Caroline Cartier, Olivier Rollin e Maurice Lemaître.

O lendário Jean Rollin ataca novamente aqui no Hell Business, com mais um poético, lírico e sombrio Horror gótico! Nos filmes de Rollin, a narrativa é menos importante do que o corpo iconográfico, e desta forma a prioridade está na construção poética das imagens e toda a atmosfera que as cenas produzem. A direção de fotografia é assinada por ninguém mais, ninguém menos do que Jean Renoir, um dos maiores mestres do cinema francês. O filme possui cenas incríveis organizadas em módulos estanques, uma verdadeira pintura cinematográfica que faz emergir um inebriante universo gótico e psicodélico, repleto de erotismo, paganismo e vampirismo. Foi o segundo longa metragem de Jean Rollin e seu primeiro filme colorido, inaugurando uma estética propriamente Rolliniana do uso das cores. Recomendo incondicionalmente.


Título Original: La Vampire Nue aka The Nude Vampire (1970)
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas
Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
 

Francês -  Dolby Digital 2.0
Formatos de Tela: Widescreen


Em A Geladeira Diabólica, um casal se muda para apartamento em uma região decadente de Nova York e logo percebe que a geladeira presente no imóvel possui algo de estranho. Após presenciar diversas situações macabras envolvendo o eletrodoméstico, o casal descobre que a geladeira é um portal para o inferno. Massacre do Micro-ondas conta a história de um operário da construção civil que, cansado de comer alimentos congelados que sua esposa compra todos os dias, tem um surto e acaba tendo uma ideia assustadora e macabra para conseguir variar a sua alimentação.

A Geladeira Diabólica (The Refrigerator) é um filme estadunidense de Horror e humor negro, originalmente lançado em 1991, dirigido por Nicholas Jacobs e estrelado por Julia McNeal, Dave Simonds e Phyllis Salaberrios. Massacre do Micro-ondas (Microwave Massacre) é um filme estadunidense de Horror e humor negro, originalmente lançado em 1981, dirigido por Wayne Berwick e estrelado por Jackie Vernon , Loren Schein e Al Troupe.


Eis aqui uma sessão dupla com dois dos filmes mais grotescos do cinema de Horror americano e que se tornaram  grandes clássicos do cinema Trash. Dez anos separam as duas produções, no entanto, ambas estão inseridas no contexto do "boom" do cinema independente lançado direto para o vídeo após o lançamento do VHS doméstico, a partir de 1977. Nesta época, era comum encontrarmos em videolocadoras pérolas do cinema de Horror que, antes do advento do vídeo, seria impensável vê-las no circuito comercial. Quando você quiser se divertir com cenas impagáveis, muita violência gráfica e histórias absurdas, esta sessão dupla será uma grande pedida! Recomendo incondicionalmente.

Título Original: The Refrigerator / Microwave Massacre (1991-1983)  
Cor: Colorido
Região do DVD: Todas

Legenda: Português
Idiomas / Sistema de Som:
Inglês - Estéreo
Formatos de Tela: Fullscreen



 
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